Alto Vale recebe 25% dos recursos oferecidos pelo Pronampe Emergencial
Municípios atingidos pelas cheias recebem apoio financeiro por meio do Pronampe Emergencial do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O recurso é destinado às micro, pequenas e médias empresas para auxiliar nas atividades após as fortes chuvas na região. No estado de Santa Catarina, 87 municípios foram atendidos. Deste total, para o Vale do Itajaí, foram disponibilizados R$ 81,3 milhões.
O presidente do BRDE, João Paulo Kleinübing, destaca que mais de R$ 140 milhões foram destinados para a recuperação de empresas. “Nós disponibilizamos o recurso do Pronampe Emergencial nos municípios em situação de calamidade, como Rio do Sul e Taió, por exemplo. 100% dos juros, ou seja, a totalidade dos juros, está sendo paga pelo governo do estado e nos municípios em situação de emergência, 50% dos juros estão sendo pagos pelo governo do estado”, conta.
No Alto Vale, o município de Rio do Sul foi o que recebeu mais recursos. “Foram 17 milhões de reais disponibilizados e 127 contratos foram assinados. Depois é o município de Taió, onde 110 empresas tiveram acesso ao recurso, no valor aproximado de quase 15 milhões de reais. Então, entre Rio do Sul e Taió, nós tivemos praticamente um quarto de todo o recurso. Depois tivemos Pouso Redondo, Rio do Oeste, Presidente Getúlio, Ituporanga, Aurora, Laurentino, Trombudo Central, Agrolândia, Vidal Ramos, Lontras. Além disso, Salete e Santa Terezinha, com valores menores. Mas o Alto Vale, naturalmente, foi a região que mais recebeu, praticamente 60% dos recursos”, explica.
Fundo de Aval:
Para fomentar o desenvolvimento, o BRDE pretende desenvolver um fundo de aval. “Estamos discutindo um fundo de aval para atender micro e pequenas empresas. O grande desafio de uma pequena empresa é quando ela vai tomar algum recurso, quando ela vai ter acesso a crédito, é a garantia real que ela não tem para oferecer. Então, o fundo de aval é a garantia, é quase como se fosse um seguro. Ela paga um percentual muito pequeno no crédito e tem acesso a um seguro que funciona como garantia”, relata.
Por fim, para facilitar o acesso ao crédito, será lançada, no mês de março, uma plataforma para obter crédito.
Via GCD
Municípios atingidos pelas cheias recebem apoio financeiro por meio do Pronampe Emergencial do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O recurso é destinado às micro, pequenas e médias empresas para auxiliar nas atividades após as fortes chuvas na região. No estado de Santa Catarina, 87 municípios foram atendidos. Deste total, para o Vale do Itajaí, foram disponibilizados R$ 81,3 milhões.
O presidente do BRDE, João Paulo Kleinübing, destaca que mais de R$ 140 milhões foram destinados para a recuperação de empresas. “Nós disponibilizamos o recurso do Pronampe Emergencial nos municípios em situação de calamidade, como Rio do Sul e Taió, por exemplo. 100% dos juros, ou seja, a totalidade dos juros, está sendo paga pelo governo do estado e nos municípios em situação de emergência, 50% dos juros estão sendo pagos pelo governo do estado”, conta.
No Alto Vale, o município de Rio do Sul foi o que recebeu mais recursos. “Foram 17 milhões de reais disponibilizados e 127 contratos foram assinados. Depois é o município de Taió, onde 110 empresas tiveram acesso ao recurso, no valor aproximado de quase 15 milhões de reais. Então, entre Rio do Sul e Taió, nós tivemos praticamente um quarto de todo o recurso. Depois tivemos Pouso Redondo, Rio do Oeste, Presidente Getúlio, Ituporanga, Aurora, Laurentino, Trombudo Central, Agrolândia, Vidal Ramos, Lontras. Além disso, Salete e Santa Terezinha, com valores menores. Mas o Alto Vale, naturalmente, foi a região que mais recebeu, praticamente 60% dos recursos”, explica.
Fundo de Aval:
Para fomentar o desenvolvimento, o BRDE pretende desenvolver um fundo de aval. “Estamos discutindo um fundo de aval para atender micro e pequenas empresas. O grande desafio de uma pequena empresa é quando ela vai tomar algum recurso, quando ela vai ter acesso a crédito, é a garantia real que ela não tem para oferecer. Então, o fundo de aval é a garantia, é quase como se fosse um seguro. Ela paga um percentual muito pequeno no crédito e tem acesso a um seguro que funciona como garantia”, relata.
Por fim, para facilitar o acesso ao crédito, será lançada, no mês de março, uma plataforma para obter crédito.

















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