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Taió

Obras na Rua Coronel Feddersen iniciarão em 2016

  • Diário do Alto Vale -

O início das obras de pavimentação da rua Coronel Feddersen em Taió foi adiado para 2016. A informação foi confirmada pelo prefeito Hugo Lembeck que justificou a decisão explicando que o trabalho de revitalização poderia causar transtornos aos comerciantes e prejudicar as vendas de final de ano, além de novas previsões de chuva. "O recurso está garantido e já temos a empresa executora. Foi uma decisão nossa estar segurando o início da obra para primeira, segunda quinzena de janeiro para podermos começar ela com todo vapor, já que os comerciantes estão em um ano difícil de vendas e não podemos gerar transtornos a eles", disse.

A extensão da via, que corresponde a um trecho de cerca de 1,5 quilômetro, receberá novas calçadas e pista de rolamento. A revitalização será entre o Banco do Brasil e o Trevo dos Correios e receberá investimentos de R$ 2,6 milhões. O projeto a ser executado é semelhante ao da rua XV de Novembro, de Blumenau.

Lembeck disse que diversas reuniões já foram feitas para alinhar os serviços de execução da obra. "Desde calçada, além da eliminação da rede de água que passa pelo meio da rua, onde já na execução terá que ser deixado as esperas da rede de esgoto junto as calçadas. Então os serviços vão dar bastante transtorno, já que meche com muita coisa", explicou.

Antes da enchente, o prefeito já havia realizado um encontro com membros da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Taió e da Associação Empresarial de Taió, além do proprietário da empresa responsável pela obra, para apresentar o que seria feito na execução dos serviços. "Conversamos para tentar achar uma forma para diminuir o transtorno, isso vai ter, não tem como fazer uma omelete sem quebrar um ovo, temos que cuidar para fazer as coisas da melhor forma possível, onde a execução vai ser feita por etapas, 100 a 200 metros, de uma esquina até a outra, para nós termos o mínimo de incômodo possível, porque daqui a pouco vai que começa a chover novamente e aí já pensou a obra está acontecendo em frente a algum comércio e ali fica fechado em torno de um mês em virtude das obras. Nós temos que trabalhar em conjunto para minimizar os transtornos", ressaltou.

A comerciante Luciana Cavilha de Liz acha importante a execução da obra, mas pondera dizendo que no projeto poderia estar ter incluida uma ciclovia. "Na verdade a revitalização é válida, mas não acredito no projeto que foi apresentado para a população. Penso que se fosse para ser revitalizado, teria que ser feito por completo, com a tão sonhada ciclovia, já que Taió é uma cidade muito plana e a gente vê o número de ciclistas na nossa cidade. O projeto e a revitalização são válidos sim e sabemos que vai trazer o transtorno, sabemos que isso acontece em toda obra, mas em minha opinião precisaríamos de uma ciclovia junto", disse.

Impasses

O início das obras deveria ter acontecido no final do primeiro semestre de 2014, mas segundo o prefeito Hugo Lembeck, em entrevista ao DAV em janeiro deste ano, o atraso das obras ocorreu em função de adaptações que precisaram ser feitas no projeto. A incompatibilidade aconteceu no valor orçado do projeto em relação à verba liberada pelo Fundam para a execução. O orçamento do projeto foi orçado em R$ 3 milhões e o Fundo de Apoio aos Municípios havia liberado apenas R$ 2,6 milhões. Em março, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) aprovou o projeto da obra, que posteriormente, teve assinatura do governador Raimundo Colombo.

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