Criminosos invadem e furtam equipamentos da Igreja Assembleia de Deus em Taió
data atualização
12/06/2026 15:16
Ação criminosa prejudica transmissões de cultos e atividades do grupo de louvor; Polícia Civil investiga o caso e pede denúncias
A Igreja Evangélica Assembleia de Deus, localizada no município de Taió, no Alto Vale do Itajaí, foi alvo da ação de criminosos nesta semana. O Templo Sede da denominação foi invadido e furtado no período que compreende a noite de terça-feira, dia 9, e a tarde de quarta-feira, dia 10.
Os invasores levaram diversos equipamentos eletrônicos e de som que são fundamentais para as atividades da igreja. De acordo com as informações divulgadas pela própria liderança religiosa, os itens furtados foram:
Notebook preto da marca Acer
Câmera filmadora compacta da marca Canon
Amplificador cabeçote preto da marca Onel (utilizado para contrabaixo)
Amplificador para fones de ouvido da marca Behringer (modelo Powerplay)
Prejuízo para a comunidade
Os aparelhos subtraídos desempenhavam um papel essencial na comunicação e na adoração da igreja. Eles eram utilizados nas transmissões online dos cultos, na projeção interna das letras e avisos durante as celebrações, além de fornecerem o suporte técnico necessário ao ministério de louvor. Com o furto, parte dessas atividades poderá ser afetada temporariamente.
Um Boletim de Ocorrência já foi registrado e a Polícia Civil de Taió iniciou as investigações para identificar a autoria do crime e recuperar os objetos. A direção da igreja pede a colaboração de toda a comunidade e solicita que a população tenha cautela ao se deparar com ofertas de equipamentos semelhantes, especialmente se estiverem sendo vendidos por valores muito abaixo do praticado no mercado.
Em nota oficial, a Igreja Assembleia de Deus agradeceu o apoio que vem recebendo, pediu orações e solidariedade aos fiéis, destacando a confiança no trabalho das autoridades para solucionar o caso.
Informações que possam ajudar nas investigações devem ser repassadas anonimamente à Polícia Militar, através do telefone 190, ou à Polícia Civil, pelo número 181.
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