Delegado Ismael fala de sua atuação na Comarca e sobre furtos
mesma hora
O Delegado de Polícia Ismael Gustavo Jacobus está lotado na Comarca de Rio do Campo - que também abrange o Município de Santa Terezinha - há pouco mais de três anos. A Comarca ficou sem Delegado Titular durante aproximadamente dois anos e meio, até que a referida Autoridade Policial assumiu, em meados de setembro de 2015. Desde então, centenas de procedimentos instaurados e presididos pelo Dr. Ismael foram encaminhados ao Poder Judiciário.
O trabalho de investigação policial, atribuição legal da Polícia Civil, é desenvolvido na Comarca por duas agentes em Rio do Campo e um Agente e um Escrivão em Santa Terezinha. Desde abril deste ano a Delegacia de Rio do Campo não conta com escrivão lotado na unidade
Conforme o Delegado, dentre os crimes ocorridos na Comarca nos últimos anos merecem destaque: homicídios, violência doméstica e familiar contra mulher, estupros de vulneráveis e furtos. No tocante à última espécie de delito citada, as investigações preliminares baseiam-se na coleta de informações das vítimas e de eventuais testemunhas, análise de registros de imagens. Na hipótese da obtenção de mínimos indícios de autoria (identificação de suspeitos) medidas cautelares podem ser adotadas (representação do Delegado junto ao Poder Judiciário), tais como diligência de "busca e apreensão domiciliar".
"Especificamente quanto às violações e furtos ocorridos recentemente em oito estabelecimentos comerciais de Rio do Campo, em duas datas, diversas diligências investigatórias foram empreendidas, mas não foram identificados suspeitos até então. Agentes dedicaram-se à coleta de informações, agilmente, entretanto não foram auferidos elementos capazes de indicar autoria, tampouco localização dos objetos subtraídos. Não há informações acerca da quantidade de delinquentes que participaram das infrações penais", diz Dr. Ismael.
Para o Delegado um sistema de monitoramento por vídeo de alta resolução, com câmeras em pontos estratégicos da cidade, é muito importante para viabilizar a resolução de crimes e inclusive preveni-los, a exemplo do que se observa em municípios diversos, inclusive no vizinho Taió. Tal convênio para a aquisição e instalação dos equipamentos é celebrado entre Estado e Município.
O policiamento ostensivo, preventivo, é atribuição da Polícia Militar, que realiza patrulhamento.
A participação da comunidade é de suma importância para a prevenção e elucidação de crimes, mediante informações prestadas aos policiais que atuam na região.
Novos casos de arrombamentos registrados em Rio do Campo
Na madrugada de sexta-feira, dia 7, novamente marginais invadiram alguns estabelecimentos em Rio do Campo, entre eles a Farmácia Mais Vale e o Escritório de Advocacia da Dra. Silvana e do Dr. Ezio, localizado em frente à farmácia, próxima à prefeitura. A cerca de um mês, em 8 de novembro, outros seis comércios foram arrombados na cidade e tiveram produtos roubados. Todos os comércios ficam na rua principal do munícipio, Rua 29 de Dezembro.
Em entrevista a equipe do JATV, Dr. Ezio e Pâmela contaram como estava a situação dos estabelecimentos quando chegaram para o trabalho. "Quando a Dra. Silvana chegou no escritório a porta estava somente encostada e com a fechadura violada. O ambiente estava todo bagunçado, todos os arquivos revirados. Ela se apavorou, porque existem documentos importantes de clientes", explica o Advogado.
Conforme Dr. Ezio, os meliantes não levaram nada de valor, como computadores, scanner, impressora, apenas alguns pequenos objetos. "Talvez eles estavam em busca de documentos ou dinheiro, mas eles não encontraram, porque não deixamos esse tipo de coisa no escritório".
Para o Advogado, já que esses furtos estão acontecendo com frequência, as rondas da Polícia Militar devem ser intensificadas durante as madrugadas. "Fazer as rondas e abordar pessoas suspeitas que estejam transitando nesse horário".
Os Advogados, Dra. Silvana e Dr. Ezio, vão investir ainda mais em segurança.
Ao chegar na Farmácia Mais Vale, Pâmela foi surpreendida com o alarme desligado. "Quando cheguei, tentei desativar o alarme como faço toda manhã, mas não funcionou, pensei que o controle estivesse com problema. Então, fui abrir a porta com a chave para chegar mais perto da central e desativar o alarme. Quando tentei abrir a porta, ela já estava aberta. E as luzes, que sempre deixamos acesas, estavam todas apagadas", conta.
A Farmacêutica Pâmela se deparou com a central do alarme caída no chão e documentos revirados. "Acredito que estavam procurando dinheiro, mas não acharam, só o que tinha na gaveta, um valor que deixamos para troco, aproximadamente R$ 100,00. Também levaram alguns perfumes femininos, mas poucas unidades", relata.
Deixe seu comentário