Colombo promete não aumentar impostos em 2016
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Reprodução/RBS TV - Raimundo Colombo concedeu entrevista à RBS TV
Governador afirmou que PMs concursados serão chamados ano que vem. '2016 será de muita dificuldade', disse Colombo ao fazer balanço e projeção.
Em entrevista nos estúdios da RBS TV em Florianópolis, o governador Raimundo Colombo fez um balanço sobre 2015 e projetou ações para o segundo ano do mandato de reeleição. Dentre as promessas para 2016, estão a de não aumentar os impostos, chamar concursados para vagas na Polícia Militar e assinar o contrato para a restauração final da Ponte Hercilio Luz (assista abaixo aos três blocos da entrevista a jornalistas do Grupo RBS).
Para Colombo, o ano de 2016 será "de muito dificuldade". "O governo não gera dinheiro, ele arrecada o que a sociedade produz. Manter o equilíbrio é o mínimo que vamos fazer", disse o governador. Dentro da meta de reduzir custeio, o estado está revendo todos os 16 mil contratos com empresas terceirizadas.
Nas contas públicas deste ano, algumas das dificuldade encontradas foram arcar com o complemento de mais de R$ 150 milhões para a Saúde, por falta de repasse federal, e mais de R$ 300 milhões com processos de judicialização.
Carga tributária
"Não vai [aumentar], esse compromisso eu vou assumir, porque dá ao estado uma competitividade muito importante. Nós não vamos aumentar impostos, vamos manter o equilíbrio das nossas contas", afirmou o governador. "Nós praticamos um projeto de incentivo fiscal arrojado. Zeramos ICMS no agronegócio e no setor têxtil", disse, sobre o fomento à geração de empregos.
PM
Colombo diz que a falta de contratação de novos policiais em 2015 esbarrou na lei de responsabilidade fiscal. "A lei brasileira é errada, acha que policial e professor são despesas. A lei me impede de contratar", disse. Entretanto, prometeu que entre março e outubro vão ocorrer os chamamentos do efetivo aprovado em concurso. "O custo de mil policiais seria cabível de R$ 3 milhões por mês", completou.
Em entrevista nos estúdios da RBS TV em Florianópolis, o governador Raimundo Colombo fez um balanço sobre 2015 e projetou ações para o segundo ano do mandato de reeleição. Dentre as promessas para 2016, estão a de não aumentar os impostos, chamar concursados para vagas na Polícia Militar e assinar o contrato para a restauração final da Ponte Hercilio Luz (assista abaixo aos três blocos da entrevista a jornalistas do Grupo RBS).
Para Colombo, o ano de 2016 será "de muito dificuldade". "O governo não gera dinheiro, ele arrecada o que a sociedade produz. Manter o equilíbrio é o mínimo que vamos fazer", disse o governador. Dentro da meta de reduzir custeio, o estado está revendo todos os 16 mil contratos com empresas terceirizadas.
Nas contas públicas deste ano, algumas das dificuldade encontradas foram arcar com o complemento de mais de R$ 150 milhões para a Saúde, por falta de repasse federal, e mais de R$ 300 milhões com processos de judicialização.
Carga tributária
"Não vai [aumentar], esse compromisso eu vou assumir, porque dá ao estado uma competitividade muito importante. Nós não vamos aumentar impostos, vamos manter o equilíbrio das nossas contas", afirmou o governador. "Nós praticamos um projeto de incentivo fiscal arrojado. Zeramos ICMS no agronegócio e no setor têxtil", disse, sobre o fomento à geração de empregos.
PM
Colombo diz que a falta de contratação de novos policiais em 2015 esbarrou na lei de responsabilidade fiscal. "A lei brasileira é errada, acha que policial e professor são despesas. A lei me impede de contratar", disse. Entretanto, prometeu que entre março e outubro vão ocorrer os chamamentos do efetivo aprovado em concurso. "O custo de mil policiais seria cabível de R$ 3 milhões por mês", completou.
Política
Sobre o atual momento político do país, Colombo, que assinou a carta de apoio a presidente Dilma, diz que é preciso de uma mudança profunda em todo o sistema político. "Eu tenho absoluta consciência da gravidade do país e da necessidade de mudança. Agora não me agrada a solução: deixar o [presidente da Câmara] Cunha coordenando, e aquela carta do [vice-presidente] Temeré uma coisa ridícula. O problema é sistêmico", reforça.
Colombo deixou clara a intenção de se tornar senador por Santa Catarina e, com isso, não descartou a possibilidade de sair um ano antes de terminar o mandato de governador. Até então, segundo ele, não estão definidos quais serão os partidos coligados e alianças assumidas. "Eu não tenho nenhum compromisso. Eu não fiz acordo. Eu me sinto no dever de me preparar para o Senado", disse.
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