O dia 31 de junho servirá futuramente para estampar o título de um filme, de um livro ou poderá ser o nome de uma rua em qualquer cidade do país. Aliás, se for em Brasília ou em Curitiba, o nome virá a ‘calhar’ como dizem por aí. 31 de junho está oficialmente substituindo o dia 1º de abril. Aos que ainda não entenderam a mensagem, recapitulem as últimas cenas da novela Lava Jato no Brasil. Não só no Brasil, a novela já tem edição internacional, e os direitos não são da rede globo.

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Mais uma vez e de forma insistente o discurso mentiroso que quer se passar por verdadeiro dentro dos julgamentos dos denunciados da Operação Lava Jato, tem dado notícias o suficiente para que a gente possa parar para refletir o verdadeiro custo de uma mentira: tem muito sacrifício produzir uma mentira verdadeira. Quase impossível e, veja que os especialistas que a produziu não teve sucesso. Ela não é boa – em absolutamente nada, e para a Doutrina Católica, a mesma é um pecado.

Evidentemente que o Lula não teria capacidade para engendrar uma situação tão próxima da verdade sem que deixasse um resquício de ‘imperfeição’, chamado de ‘erro de digitação’ ou qualquer outra desculpa. Para tanto ele teve que fazer uso dos artifícios histéricos de desnutrido advogado que o serve e defende. Desnutrido, no sentido de capacidade a mais para criar uma verdade com base na mentira. De tão desnutrido, o cara consegue criar mais provas para incriminar quem ele defende. Estranho isso né?

Não. Não é estranho. É assim mesmo! Além da Doutrina Católica, a gente vê também nas Escrituras, onde se fundamente a Doutrina, que nada ficará escondido para sempre, principalmente o que não é verdadeiro. Entendeu?

Isto serve de lição simples para nós: a mentira tem todas as suas pernas curtas e cérebro vegetativo. Não dá para ‘brincar’ de verdade com a mentira. Ela por si só não se suporta, por mais que queiramos fazer uso dela para justificar nossos erros e pecados, ela não consegue se ‘locomover’ junto a verdade.

O dia 31 de junho é uma mentira bem elaborada, preparada com requinte para ocupar as páginas de um processo que mais parece uma cena de novela mexicana, parece que nunca termina! Não estou fazendo julgamento dos culpados, apenas analisando muito friamente o contexto. Nunca vi tanta delação e dedos apontados com fatos e documentos para um criminoso que busca se justificar dizendo que não ‘existe na face da terra alguém mais honesto do ele’. Quase uma piada! Até a serpente que ofereceu a maçã para Eva saberia que tudo isso não passa de uma mentira.

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