A bondade é uma virtude do coração do ser humano, não só, mas se aprendida pode ser até de outros seres: fazer a coisa boa parece ser uma virtude de toda a natureza criada por Deus. O que leva agir ao contrário da bondade é resultado da maldade dos seres. Podemos afirmar que todo o mundo foi criado na bondade.

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Se observarmos o primeiro livro da Bíblia, chamado de Gênesis, quando é narrada a história do ‘coletivo humano’ com nomes de Adão e Eva, pode notar que o paraíso era ‘tudo de bom’. Só existia bondade nele, nada mais. Agora, o que fez com que o contrário da bondade entrasse naquele lugar foi a maldade humana.

A maldade pode ser entendida a partir das ações absolutamente egoístas e orgulhosas. A impressão é de que as pessoas não querem ser humildes, reconhecer sua origem terrena, daí criam a concepção do contrário. E na contradição criam o que não é bom. E ao que não é bom, damos o nome de mal e ruim.

Dias atrás via uma reportagem em um canal de televisão onde o senhor Divaldo Franco era entrevistado, Divaldo é um homem que está no alto escalão da Doutrina Espírita no Brasil. Chamou atenção que ele e seus benfeitores mantém uma casa de acolhida chamada de ‘mansão do caminho’. Ao saber mais, descobri que ele tinha uma proximidade com a irmã Dulce. Tinham uma boa relação de caridade. Os dois são ícones da caridade, um espírita e uma católica. A bondade neste sentido uniu o maior exemplo de Jesus: a bondade na caridade.

Também vista como bondade, a caridade se encontra em muitos lugares e no coração de muitas pessoas. Não precisa ser necessariamente cristão católico ou espírita para ser bom. Pode ser qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo.

A bondade não conhece caminhos, ela conhece corações apaixonados pelos mais simples e necessitados. Ela junta as semelhanças para que o ‘corpo’ fique mais forte ainda. Ela não procura julgar e nem maltratar. Isso não é atitude da bondade.

A bondade deveria ser o sangue que corre em nossas veias espirituais. No final de nossas vidas seremos vistos/julgados por nossas boas obras. Melhor ainda se elas forem muito boas! Quando tivermos a consciência de que Deus coloca todos os dias oportunidades para sermos bons, mudaremos nossas atitudes diante daqueles que carecem de ajuda e apoio.

O senhor Divaldo, de dentro da sua Doutrina e com as suas convicções religiosas uniu-se a Dulce, uma freira criada numa família abastada, que se tornou religiosa da periferia e, que largou tudo para ser mais um modelo de Jesus junto aos pobres, doentes e excluídos. Os dois são hoje um grande modelo para refletir e repensar as nossas ações de bondade. Sejamos bons.

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